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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O povo como objeto, e não sujeito, da administração de Anilton Bastos



Anilton Bastos assumiu a cadeira do executivo pauloafonsino pela primeira vez em 1993, permanecendo ali até o último dia de 1996. Regressou à prefeitura em janeiro de 2009 onde permanece até hoje sendo assim, o gestor que mais tempo permaneceu à frente do executivo municipal. 


Porém o tempo parece não ter sido suficiente para Anilton aprender a administrar, uma vez que temos um prefeito useiro e vezeiro em tratar mal munícipes e município. O fato de Anilton renovar seu mandato parece se dar mais por barganhas com seus confrades políticos do que propriamente por uma gestão de qualidade.


Os sintomas da má gestão de Anilton Bastos estão presentes em todas as áreas da administração pública: saúde, educação, segurança, cultura, esporte, lazer, turismo entre outras. O prefeito não consegue sequer criar o Plano Diretor do Município.


A cidade que já teve por perífrase o título de Oásis Sertanejo, hoje se encontra com seus lagos, outrora espelhos d’água, agonizando, cobertos pela vegetação, secos e mal cheirosos sem qualquer plano de revitalização.


A falta de planejamento do gestor é corroborada pela ausência de um projeto de irrigação, ainda que a cidade seja uma ilha. Com um orçamento bem menor do que o de Paulo Afonso, a vizinha cidade de Canindé do São Francisco produz milhares de toneladas de alimentos alicerçadas em um projeto de irrigação pública.


Os pauloafonsinos sofrem com a ineficácia do transporte coletivo que é provido por duas empresas inoperantes e sucateadas que operam sob uma concessão pública e que apesar dos seus pífios serviços têm a condescendência do prefeito.


Com uma malha viária urbana defasada, a cidade apresenta um trânsito desorganizado e confuso, as principais avenidas do centro da cidade já não oferecem segurança aos pedestres e os riscos de acidentes são iminentes.


Com um orçamento de mais de duzentos milhões de reais para este ano, o prefeito escuda-se em um rebuscado discurso para justificar a ausência da implantação de uma Unidade de Terapia Intensiva. Fato é, que causa estranheza a resistência do prefeito em implantar a UTI, pois, além de ter dinheiro em caixa, notadamente Anilton, como médico que é, sabe da necessidade e urgência de implantação daquela que é maior prioridade dos pauloafonsinos.    


Definitivamente o modus operandi que caracteriza a gestão de Anilton não coloca o povo como sujeito, mas como objeto da sua administração. E o povo, bovinizado, segue marcado e infeliz.

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