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terça-feira, 15 de março de 2011

Preconceito explícito


“O governo não pode tratar sua relação com outro poder, que é independente, como se estivesse negociando com sindicato de motorista de ônibus”.

Isso foi o que declarou o presidente da Associação dos Juízes Federais, Gabriel Wedy semana passada. O sujeito ficou chateado porque a Presidente Dilma, a rigorosa, está se negando a negociar com os juízes um aumento salarial pleiteado pela “categoria”.

Ora, amigos, por óbvio um juiz não deve ganhar o mesmo que um motorista de ônibus. Mas isso significa que um juiz deva ser tratado de forma diferente de um motorista ou de qualquer cidadão? Claro que não.

A comparação com os motoristas não foi preconceito, mas uma demonstração de arrogância. Gabriel Wedy cometeu um ato falho. Parece que ele realmente se sente superior a um motorista de ônibus e, num momento de raiva, demonstrou isso sem querer.

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