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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Ex-prefeito de Mata Grande, Jacob Brandão, é procurado pela polícia

O ex-prefeito de Mata Grande, Jacob Brandão está sendo procurado pela polícia. Na manhã desta quarta-feira, 19, uma Operação integrada foi desencadeada pelo Ministério Público Estadual (MPE/AL) e Polícia Militar em sua residência – um condomínio de luxo na capital de Alagoas, Maceió. Ele não foi localizado e é tido como foragido.
Além de Jacob Brandão, outros prefeitos da região foram alvos da operação, são eles Fábio Rangel (Girau do Ponciano), que foi preso em Arapiraca e Márcia Coutinho (Passo de Camaragibe), assim como Jacob ela não foi localizada e é dada como foragida.

Desvios chegam a R$ 3 milhões
Os ex-gestores municipais são acusados de desviar recursos públicos durante os mandatos eletivos. De acordo com as investigações do Ministério Público, que começaram em março, os ex-prefeitos teriam participado de um esquema criminoso envolvendo suposta compra de medicamentos por meio de notas fiscais fraudulentas.
O prejuízo causado, segundo os investigadores, já ultrapassaria as cifras de R$ 3 milhões. E tal valor foi confirmado ao Gecoc por uma pessoa que aceitou o benefício da colaboração premiada e decidiu revelar o esquema criminoso.

Operação Sepse
A operação desta quarta (19) é uma continuação da “Sepse”, desencadeada em junho, nas três prefeituras. Após o cumprimento das medidas cautelares à época, centenas de documentos foram recolhidos e eles serviram de base para que o Gecoc pudesse aprofundar as investigações.
Naquela ocasião, o empresário Josimar Campos de Araújo também foi alvo da operação e havia contra ele um mandado de prisão temporária. Josimar é apontado como proprietário da JC Campos Distribuidora, a principal empresa envolvida no esquema. Ele não foi encontrado em sua residência e, até agora, continua foragido, uma vez que o pedido de prisão temporária foi convertido em preventiva em função da fuga do acusado.

A indisponibilidade dos bensO procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, e os promotores do Gecoc, Antônio Luiz dos Santos, Luiz Tenório, Elísio da Silva Maia, Carlos Davi Lopes, Hamilton Carneiro Júnior e Eloá de Carvalho Melo também pediram a indisponibilidade dos bens de todos os acusados no valor de R$ 3 milhões.

Com o pedido deferido pela 17ª Criminal da capital, o Banco Central do Brasil, o Sistema de Restrições Judiciais de Veículos Automotores e os cartórios imobiliários de Maceió, de Passo de Camaragibe e de Girau do Ponciano deverão receber ofícios para que promovam o devido bloqueio dos bens em nome dos envolvidos.

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