Passados quase dois anos desde o início da administração do prefeito Mário Galinho, críticas à condução do governo municipal têm se intensificado entre setores da população e da oposição. O principal alvo dos questionamentos é a distância entre as promessas apresentadas durante a campanha eleitoral e os resultados efetivamente entregues pela gestão.
Entre os compromissos mais lembrados estão a construção de uma nova ponte, a geração de empregos e a melhoria dos serviços de saúde. Entretanto,
tais propostas permanecem sem concretização, alimentando a percepção de que os anúncios feitos durante o período eleitoral não saíram do papel.
A situação da saúde pública é apontada como uma das áreas mais preocupantes. Moradores relatam dificuldades no acesso a atendimentos e serviços, enquanto o desemprego continua sendo um dos principais desafios enfrentados pela população local. Já a prometida nova ponte tornou-se símbolo das cobranças dirigidas ao governo, sendo frequentemente citada como uma obra anunciada, mas ainda distante da realidade.
Outro ponto levantado pelos opositores é a ausência de investimentos considerados estruturantes. Apesar dos recursos recebidos pela administração municipal, estimados em quase R$ 1 bilhão ao longo do período, os críticos afirmam que não há obras de grande porte ou intervenções capazes de deixar uma marca administrativa significativa.
Para analistas políticos locais, a segunda metade do mandato deverá ser decisiva para que a gestão apresente resultados concretos e responda às cobranças crescentes da população. Enquanto isso, o debate sobre o cumprimento das promessas de campanha segue ocupando espaço central no cenário político do município.

